Descobrindo as cobras da fauna fluminense

Artur Bernardo Motta tem 13 anos, mora em Saquarema e está no 8º ano do Ensino Fundamental 2. Desde o ano passado, passou a estudar as cobras. É autodidata no assunto. E no próximo dia 28 ele estará na EDEM para conversar com crianças e adultos no Espaço de Interações Científicas sobre cobras, no bate-papo “Descobrindo as cobras da fauna fluminense e o que fazer ao se deparar com elas”.

 

 

– Não tenho cobra em casa, mas moro numa zona distanciada na cidade, de floresta, com muito mato. Aqui já apareceu até Jaracacuçu. O trabalho que vou fazer na EDEM é falar sobre quatro tipos de cobras: as constritoras, as venenosas, algumas que as pessoas não ouviram falar e algumas que não tem veneno. Meu foco são principalmente as cobras asiáticas e as africanas, que normalmente são muito mais venenosas e deixam a pesquisa mais interessante.

 

 

Artur vai falar sobre cobras constritoras, as que matam o animal por sufocamento, como a jiboia; as venenosas, como a surucucu pico de jaca e a cascavel; as não venenosas, como a coral e, ainda, como as “cobras que não cobras”, como os lagartos que se modificaram para parecer cobras e as minhocas tão grandes que se parecem com cobras.

– Quanto mais eu passar o conhecimento, melhor. Estou bem ansioso para fazer esse trabalho, acho que vai ser bem divertido. Vou adorar responder às perguntas sobre as cobras – diz ele.

 

 

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