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“Bem-vindos ao projeto Muda Mata! Agora vocês são responsáveis pela Mata Atlântica também!”
Foi assim que o professor Tito Tortori e sua assistente, a biológa Ana Amélia Lima receberam os alunos do 8º ano do Ensino Fundamental 2 no último dia 14 de março (quarta-feira), quando as duas turmas realizaram a atividade do plantio de mudas nativas da Mata Atlântica. Segundo ele, a ideia da atividade é apresentar a esses jovens o conceito da germinação e promover um trabalho de educação ambiental.

Após o plantio, todo realizado com material reaproveitado, como caixas de suco e potes de sorvete, vários alunos colocaram seus nomes na caixa. Nos anos anteriores, o retorno das turmas com o projeto foi muito gratificante para Tito:

– Eles costumam se envolver e cuidar das plantas que cada um germinou. É um barato quando escuto após algumas semanas do plantio: “Professor, a semente germinou!”. Como se antes não estivessem levando fé e ressabiados, mas se convencem que dá certo e ficam satisfeitos quando veem a semente germinando. E já aconteceu o contrário também: quando as sementes não germinaram, alguns alunos vieram me questionar se eles não haviam feito alguma etapa errada. E daí fui eu explicar que é normal algumas sementes não germinarem mesmo.

Sobre a Mata Atlântica, as pessoas até sabem  que resta apenas 7% dela atualmente. O que o Muda Mata faz, além de incentivar o plantio de mudas, é investir na biodiversidade

– No caso da Mata Atlântica, a diversidade é mais importante do que a quantidade. Grumixama, bacupari, uvaia e canudo de pito, por exemplo: a gente quer aumentar a diversidade dessas mudas, para se elas não desapareçam do ecossistema – explica Tito, que está programando um convite para os pais de seus alunos: uma oficina de plantio de mudas, para que os adultos percebam, assim como os filhos adolescentes, que não é tão complicado “fazer a coisa acontecer”.

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