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Uma atividade diferente aconteceu na última quarta-feira, no laboratório da EDEM, com o professor de ciências Tito Tortori: os alunos do 8º ano do Ensino Fundamental 2 prepararam fichas de medicamentos fitoterápicos e de medicamentos alopáticos, com as próprias plantas e as bulas dos remédios alopáticos. Segundo o professor, o objetivo foi quebrar a percepção do senso comum de que o medicamento alopático é a última forma válida de medicamento e que as plantas medicinais são uma “besteira”. A principal proposta da atividade é debater o conhecimento científico e o conhecimento empírico, dentro do projeto “Ciências, senso comum e conhecimento empírico”.

– Elas partem de perspectivas diferentes. Enquanto a alopatia trata quadros agudos, a fitoterapia é indicada para quadros crônicos. A gente conversou um pouco sobre isso hoje e a ideia é montar um mural no corredor do 3º andar. A ideia não é mostrar quem é melhor ou pior, mas mostrar vantagens, desvantagens e especificidades – explica Tito.

Com a atividade, o professor também buscou trabalhar com os alunos a desconstrução de que alopatia não tem prejuízo para as pessoas. Oferecer essa crítica e alternância de olhar:

– O custo da alopatia é caro para a população e a auto-medicação é um perigo. Mostro para eles a quantidade de efeitos colaterais da aspirina, por exemplo. Também quis resgatar o valor da fitoterapia como tratamento das pessoas. Por outro lado, a planta medicinal é conhecimento empírico, mas a gente sabe se faz efeito? Se é empírico tem alguma eficiência. Ultimamente a ciência veio pesquisando as plantas medicinais. Há, inclusive, uma farmacopeia sendo desenvolvida pela Fiocruz desde 2006. Uma manhã diferente para estes alunos, mas muitíssimo relevante.

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