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Um dos pontos altos da apresentação dos projetos de pesquisa e das oficinas das turmas de Ensino Médio, no dia 8 de novembro, no auditório da EDEM, foi a Oficina de Robótica. Alunos e alunas coordenados pelo orientador Gabriel Marçal desenvolveram robôs a partir de soluções relacionadas a dois problemas que impactam a humanidade: a falta de água e o descarte de lixo. Esta é a primeira turma da Oficina de Robótica da escola.

Gabriel, que é engenheiro eletricista (Unicamp), engenheiro de telecomunicações na Petrobras e mestre em ciências da computação (UFF), é pai de dois alunos da escola e apaixonado por inovação e aprendizagem criativa. Ele procurou aplicar estes conceitos na oficina com o Ensino Médio

– No começo do ano, percebi que tínhamos uma turma bem heterogênea em termos de conhecimento tecnológico: alunos que já programavam e outros que não tinham contato nenhum com programação. Daí fizemos um trabalho de base, antes de iniciar os trabalhos com o programa, o Lego NXT – lembra ele.

A partir daí, Gabriel lançou alguns desafios para a turma, como trabalhar o conceito da espiral criativo, ao mesmo tempo em que mostrava como era possível ter novas ideias e transformar o produto em tecnologia.

Do croqui ao gerenciamento de projetos

– Em paralelo, eu ia apontando em que etapa do processo a gente estava. Além disso, sobre essa parte da criatividade, tentei passar dois pontos muito importantes em termos de desenvolvimento de tecnologias no processo de design e de engenharia. Todas as etapas do desenvolvimento de um produto foram trabalhadas com a turma. Ter a ideia, fazer um croqui, fazer um planejamento, fazer um cronograma, gerenciar o projeto para ele chegar até o fim funcionando de acordo com os requisitos que foram estabelecidos. O outro lado foi o do impacto social, como essas tecnologias impactam a sociedade, como transformam, como poderiam ser melhor utilizadas – lembra Gabriel.

No segundo semestre, a turma começou a trabalhar exclusivamente nos projetos. Gabriel enfim dividiu os alunos em dois grupos. Os jovens escreveram suas propostas e eles escolheram os projetos que iriam fazer.

– Toda a concepção, desenho, montagem, controle do cronograma foi deles. Criamos um documento em que eles anotavam tudo. Cada um era responsável por controlar esse cronograma a cada semana. Fiquei muito satisfeito em ver que mesmo os alunos que nunca tinham tido contato com desenvolvimento de tecnologia conseguiram curtir a oficina, se identificar com o trabalho e fazer aquilo com gosto. Esse, para mim, foi o maior resultado: ver o brilho nos olhos deles – comemora Gabriel.

Ano que vem tem mais Oficina de Robótica!

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