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Mas Halloween? Por que falar sobre Halloween no Brasil? As turmas de Ensino Fundamental 2 estudaram sobre essa data, celebrada em 31 de outubro no Hemisfério Norte, especialmente nos Estados Unidos, e que teve sua essência perdida com o passar dos anos. Quem explica é Silvana Leone, uma das professoras de Inglês da EDEM, que descreve uma pequena amostra das intenções e experiências vividas em aula pelos 6º, 7º, 8º e 9º anos.
Para Silvana, o Halloween é uma oportunidade de o estudante de língua inglesa ter contato com o vocabulário do imaginário mundo do terror, tema que atrai bastante os jovens dessa faixa etária. “É também uma oportunidade de viajarmos no tempo e no espaço, já que voltamos mais de dois mil anos e nos deparamos com os celtas, que comemoravam o Samhaim em 31 de outubro e o Ano Novo no dia 1º de novembro, nas ‘highlands’ da Irlanda e Ilhas Britânicas”, conta ela.
Nossa viagem chega à Idade Média. “Ali encontramos a figura estereotipada da ‘witch’ (bruxa), cuja imagem é de uma mulher ‘velha, nariguda, feia, com verruga e má’, amplamente reforçada pela sociedade patriarcal daqueles tempos”, explica a professora.
Depois de muitas histórias, lendas e discussões acaloradas, chegamos aos EUA. Silvana explica que os “turnips” (nabos) dão lugar às “pumpkins” (abóboras), já que outubro é a época da colheita desse fruto carnudo e generoso, que representa fartura e abundância. É onde a festa se populariza, tornando-se altamente comercial.
De acordo com Silvana, o Halloween é, hoje, um dia de doces e brincadeiras, “mas que deve ser acompanhado por reflexão e olhar crítico sobre preconceitos, estereótipos, língua e cultura de mulheres e homens que habitaram e habitam esse planeta”, conclui ela.
E você, conhecia a história que está por trás do Halloween?
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