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Com a orientação do professor Rodrigo Gonçalves, nas aulas de Ciências, as turmas de 7º ano do Ensino Fundamental 2 desenvolveram o trabalho “Coronavírus: fato ou fake?”. A proposta era elaborar, em grupo, na ferramenta Padlet, notícias verdadeiras e falsas sobre o coronavírus, desde que fossem embasadas: com a explicação das verdadeiras e desmentindo as falsas, com as explicações reais. Tudo isso depois da pesquisa em fontes seguras e confiáveis – que negassem ou afirmassem o que eles tinham noticiado.
A ideia do trabalho surgiu quando a pandemia começou aqui no Brasil. O professor optou por adiantar o conteúdo do terceiro trimestre, sobre microrganismos e saúde: trabalhou os termos relacionados à defesa do corpo, formas de prevenção e combate, vacina de vírus em geral e bactérias, entre outros. Com isso, surgiram, claro, muitas perguntas:
– Quando começamos nossos encontros na plataforma virtual, muitas discussões levavam ao assunto coronavírus. Eles estavam com diversas dúvidas voltadas à realidade que a gente está vivendo e queriam entender, saber mais. E isso deu margem para a discussão do trabalho em si. Depois que a gente corrigiu e debateu tudo que tinha que debater, esclarecendo muitas das dúvidas em geral, partimos para o trabalho em si.
Nesse momento, a turma estava dividida em grupos de quatro alunos, em média.
– Eu atendia por grupo no meet, ouvia as frases feitas por eles, a gente conversava e eu sempre dizia: “Isso tá interessante.”. Ou: “Isso precisa mudar, não está convincente”. E isso deu margem a mais discussão. Tivemos um debate muito produtivo a respeito de como as fakenews são convincentes. Num determinado momento, cada grupo criou cinco notícias verdadeiras e cinco notícias falsas. Selecionamos uma de cada grupo, o que gerou 22 notícias no total: 11 verdadeiras e 11 falsas, porque eram 11 grupos. Todas com explicação porque eram “fake” e porque eram “fato”. Foi aí que surgiu o nome do trabalho: “Coronavírus: fato ou fake?”. E, claro, sempre com a notícia embasando aquilo, a notícia confirmando ou a notícia desmentindo – lembra Rodrigo.
A etapa seguinte foi a das apresentações: na primeira, com toda a turma reunida e o Padlet já com as 22 notícias, o professor anunciava a notícia de cada grupo e alunas e alunos escreviam no chat o que achavam: se era fake ou fato. Cada grupo abria o microfone para explicar se era fake ou fato. Na segunda apresentação, eles tiveram a oportunidade de falar sobre outras notícias que criaram e que não estavam no Padlet.
– Foi um trabalho longo, com muitas etapas e também com muito envolvimento, participação, informação, discussão e muito debate. Foi extremamente positivo. Esclareceu muitas dúvidas das turmas, em diversos aspectos. E isso, claro, reafirma a importância do papel da ciência, do papel da escola, da educação e da vacina nesse momento pandêmico – diz o professor.

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