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Em duas semanas, as turmas de 3o ano da professora Sylvia Faillace tiveram duas aulas com convidados especiais, sempre com a temática do Rio de Janeiro. Dentro do projeto “Mata Atlântica”, de Ciências, os alunos receberam na semana passada a visita de Clara Baptista, estagiária de biologia e do laboratório da escola. Ela deu uma aula foi sobre paisagem natural e modificada, abordando o lado cultural.. A atividade culminou com História e Geografia, onde a turma está estudando a fundação da cidade do Rio de Janeiro, como era ontem e hoje e, ainda, lugares por onde os fatos históricos ocorreram.

 

 

Já hoje foi a vez de a turma assistir à aula de João Paulo Rangel, professor de geografia do Ensino Fundamental 2 da escola. Ele explicou a chegada dos portugueses e dos franceses ao Rio de Janeiro, a invasão, o domínio das terras e a destruição de muitas tribos indígena – já que os índios foram mortos em batalhas, mortos por doenças trazidas pelos brancos. O professor ainda contou que os franceses foram expulsos pelos portugueses através de uma batalha e com ajuda dos índios, acabando com a possível colonização francesa. E abordou o assunto da primeira fundação da cidade, feita por Mem de Sá entre o Morro Cara de Cão e Pão de Açúcar.

– Os alunos ficaram muito impressionados com a história do Morro do Castelo, que foi destruído para aterrar mais a parte de baixo da cidade e fazer mais ruas e casas mais luxuosas. A população mais pobre permaneceu em outros morros, ficando afastada dos mais ricos. Enquanto Isso, ainda havia a ideia de transformar o Rio em uma cidade francesa, afastando cada vez as pessoas pobres e, mais tarde, com a escravidão. Depois, uma nova visão: transformar o Rio em uma cidade norte-americana. Ainda têm lugares que foram daquela época, mas modificados – explica Sylvia.

João Pedro encerrou a aula contando o quanto foi ruim a transformação da cidade com essas ideias vindas da Europa e dos Estados Unidos. O quanto a cidade foi ficando desigual e que nenhuma outra colonização seria melhor.

– As crianças fizeram muitas perguntas com esse cunho de desigualdade entre a população: índios e negros sendo escravizados e mortos. Perceberam o quanto prevaleceu sempre a visão europeia, desde 1500. Foi bastante rica a conversa – conta Sylvia.

 

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