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Quem entrou pelo portão da EDEM no dia 29 de junho não resistiu e deu aquela paradinha na entrada, para ver as maquetes feitas pelos alunos do 1º ano do Ensino Fundamental, que chamavam a atenção – e como chamavam! Como parte do Projeto “Eu, minha turma, minha escola”, as crianças das duas turmas (professoras Daianne Xavier e Renata Paula) realizaram diversas atividades que envolveram a exploração de itinerários e a localização dos diferentes espaços da escola, a interpretação e representação de plantas baixas e a representação de espaços por meio de maquetes.
A inauguração da exposição dessas ricas produções aconteceu ontem (29/6) e a partir de hoje estarão nos corredores internos do segundo e terceiro andares. Para desenvolver o projeto, entre as diversas atividades realizadas para o estudo, uma delas integrou experiências sobre representação e observação espaciais. As crianças se posicionaram em diversos ângulos de sala de aula, explorando a lateralidade. A partir das experiências vivenciadas em sala de aula, as professoras propuseram que cada criança escolhesse seu espaço/lugar preferido na escola e o registrasse em forma de desenho, que serviria posteriormente como referência para a construção da maquete representativa dos diferentes ambientes da EDEM, a ser produzida com a participação e parceria das famílias.

– E o envolvimento e dedicação de cada família frente a proposta foi abraçada. Com isso, o que lá no início do projeto era uma idealização, tornou-se real e concreto. Os relatos foram muito positivos: “Eu gostei muito de fazer!”; “Foi muito legal!”; “Meu pai deixou eu usar cola quente.”; “Eu fiz tudo e meus pais ajudaram a colar” – celebra a professora Daianne.

O desafio inicial das professoras foi passar para elas a noção de proporção e escala. Que eles mantivessem a criatividade e a empolgação, aplicando esses conceitos.

– Quando eles escolhem um espaço específico dentro do ambiente escolar e concretizam seu olhar em uma maquete, é isso que eles estão fazendo: externando um aspecto subjetivo e configurando ele de forma tangível. As famílias foram informadas previamente sobre nossas ambições e as crianças estavam tão envolvidas que, antes mesmo de enviarmos o bilhete formalizando a tarefa, muitas famílias já vinham pedir detalhes para nós. Quando efetivamente o prazo de entrega foi estabelecido, eram muitos os relatos em sala do que estavam produzindo em casa – relembra Renata.

Para ela, foram muitos aspectos bacanas para destacar, mas um deles foi poder reforçar o quanto é valorizada, na EDEM, essa parceria entre família e escola, em todos os âmbitos, inclusive pedagógicos. E eles poderem observar, de forma empírica, o resultado que obtemos quando esse vínculo é bem-sucedido:

– A adequação da atitude dos alunos frente aos mais diversos espaços é trabalhada de forma ampla e desde sempre com eles. Quando estabelecemos regras ou quando acertamos metas para o convívio dentro do nosso espaço escolar, objetivamos que eles levem essas reflexões para os espaços externos também. Quando fazemos um passeio, por exemplo, esses conceitos são reforçados e ampliados. Quando vamos vivenciar essa mudança dentro do nosso ambiente, também relembramos todas as noções construídas previamente. Isso se aplica para os artistas e também para os visitantes. É um momento muito feliz para estas duas turmas.

“Cenários da EDEM” fez tanto sucesso que várias turmas da escola, da Educação Infantil ao Ensino Médio visitaram a exposição durante a tarde e começo da noite.

Créditos das fotos: Eduardo Martino/Zuppa Filmes, Vandro Augusto, Mariana Claudino, Mayara Mello e Claudia Fenerich

 

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